Na tentativa incessante de construir um pensamento que caracterize um movimento que concebe um fim a certos aspectos, anseio por um cometa que chegue para propor a ruptura de um projeto filosófico-histórico, que coloque como alvo central a ideia de essencialismo, essa noção que organiza e determina, a partir de categorias de raça, gênero, sexualidade e outros marcadores, uma violência “natural.”
—Guilhermina Augusti

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Assim se inicia a obra de Guilhermina Augusti, autora de “O Cometa: pelo fim do essencialismo — Raça, Gênero e Artes Visuais”, livro que propõe uma ruptura com o projeto filosófico-histórico que sustenta a ideia de essência como princípio regulador da vida humana.

Neste livro, publicado pela Casa Philos, Guilhermina Augusti parte de uma pergunta que a atravessa desde o encontro entre seu corpo e a filosofia: Como a ideia de essencialismo articula uma violência contra tantas vidas? A partir dessa inquietação, ela percorre o pensamento metafísico clássico — e suas marcas de raça, gênero e sexualidade — para revelar como o essencialismo opera como estrutura de dominação e exclusão, determinando quais vidas são reconhecíveis e quais são relegadas à margem do pensável.

Em diálogo com o pensamento contemporâneo e com as tradições estéticas e políticas afro-brasileiras, “O Cometa: pelo fim do essencialismo Raça, Gênero e Artes Visuais” convoca uma ruptura poética e filosófica: um cometa que, ao colidir com a atmosfera do pensamento, rasga a continuidade do “Ser” e anuncia a possibilidade de novas existências.

Entre filosofia e arte, escrita e imagem, Augusti propõe uma derrocada das categorias fixas — um gesto de insurgência, de imaginação e de movimento. “O Cometa: pelo fim do essencialismo — Raça, Gênero e Artes Visuais” chega para o público em duas opções de combos:

Guilhermina Augusti é estudante de Filosofia pela UFRJ, educadora, escritora, pesquisadora e artista plástica. Baseada no Rio de Janeiro, desenvolve seu trabalho filosófico a partir dos estudos negros radicais, do arranjo conceitual da arte afro-brasileira e de uma crítica à metafísica do corpo, gênero e raça.

A artista Guilhermina Augusti.
A artista Guilhermina Augusti.

Em sua prática artística, transita entre serigrafia, pintura, escrita e bandeira, articulando pensamento e gesto como processos de resistência e criação.

Recebeu prêmios do Instituto Tomie Ohtake (2023) e da Prefeitura do Rio de Janeiro (2022), e participou de importantes residências e instituições culturais, como CCSP, CCBB, MUNCAB, SESC, CCFJ, MAR e MAM.

Seu trabalho se inscreve no entrelugar entre filosofia e arte, propondo aberturas para imaginar o mundo a partir das fissuras — onde o pensamento, como um cometa, encontra o poder de criar outras formas de existir.

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ATENÇÃO: Livro em pré-venda. As entregas ocorrerão após o final do período de pré-venda, na primavera de dezembro de 2025.

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